Ensaiar só em 50 Ω não cumpre a cláusula
A norma pede energia entregue declarada e medida em 25, 50, 75, 100, 125, 150 e 175 Ω. A entrega degrada nas pontas da faixa, que é onde o tórax atípico está.
Material gratuito · Desfibrilador e DEA
Guia de execução pela IEC 60601-2-4. A norma declara três desempenhos essenciais, entregar energia, entregar sincronizado e diferenciar ritmo chocável de não chocável. Um laudo que só registra energia prova um terço.
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“Três capacidades são desempenho essencial do desfibrilador: entregar terapia de desfibrilação, entregar terapia sincronizada e diferenciar corretamente ritmo chocável de não chocável.”
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A norma pede energia entregue declarada e medida em 25, 50, 75, 100, 125, 150 e 175 Ω. A entrega degrada nas pontas da faixa, que é onde o tórax atípico está.
A tolerância é ±3 J ou ±15 %, o que for maior. Aplicar só o percentual reprova equipamento conforme em 5, 10 e 20 J, onde vivem a cardioversão eletiva e a pediatria.
Atraso máximo de 60 ms do pico do QRS ao pico da saída, e sensibilidade acima de 90 % para FV. Marcador aceso no display não é evidência de nenhum dos dois.
Porque a norma exige que a energia entregue nominal seja especificada e verificada em 25, 50, 75, 100, 125, 150 e 175 Ω. 50 Ω é a carga histórica de conveniência; o comportamento do circuito de saída nas pontas da faixa é justamente onde a entrega degrada.
Não. A norma separa uso frequente (projetado para mais de 2.500 descargas) de uso infrequente, com limites diferentes, e manda medir em condição degradada: rede a 90 % da nominal e bateria esgotada por 6 ou 15 descargas em energia máxima, conforme o caso. Medir com bateria cheia responde à pergunta errada.
Sim: o guia é de método e critério, não de instrumento. Há uma seção com os requisitos que um analisador precisa atender, banco de cargas cobrindo 25 a 175 Ω, geração de ECG simulado, medição do atraso de sincronismo e biblioteca de ritmos chocáveis, para você usar em cotação.
Não. Norma na edição vigente, instruções do fabricante, POP institucional e análise de risco local prevalecem sobre qualquer roteiro. Os limites citados têm origem na IEC 60601-2-4 e devem ser conferidos na edição vigente.
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